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Fundada em 1997, a Associação Limeirense de Jóias (ALJ) está completando 11 anos hoje de muito trabalho e parcerias bem sucedidas.
Rossi frisou ainda a necessidade de distinguir a diferença entre autoridade e poder. Ele alerta que impor autoridade através do medo, inibe a criatividade, as idéias. "As escolas precisam trabalhar a formação e capacitação dos líderes para que eles estejam melhores preparados quando ingressarem no mercado de trabalho", declarou.
Com as novas medidas, a perspectiva do governo é de dobrar o número de empresas beneficiadas. Ou seja, 5 mil empresas no primeiro ano de vigência do drawback Verde-Amarelo podendo inclusive reduzir as importações e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros.
Liana John explicou que temos que pensar no planeta como um todo, como uma rede. "Imagine cada um de nós apagando uma lâmpada e multiplique esse gesto por 6 bilhões de pessoas que habitam o planeta", afirmou. Para ela, a solução para o equilíbrio vem de cada um de nós. "Essa é a reflexão, a busca do equilíbrio por meio de uma rede de ações. Os problemas ambientais são sérios demais para ficar só nas mãos de autoridades", afirmou.
Para o presidente da ALJ, Ângelo Percebon, o sucesso da ALJOIAS vem para reforçar a importância do setor de jóias folheadas dentro do contexto econômico nacional e a necessidade de estimular o turismo de negócios que traz divisas para a cidade.
Cerca de 8 mil pessoas são esperadas na 7ª edição da ALJOIAS/2008 – Feira Internacional de Jóias Folheadas , Brutos, Máquinas, Insumos e Serviços que começa no próximo dia 26 em Limeira.
O setor de jóia folheada de Limeira que responde por 30% da produção nacional e 50% da produção estadual, agora tem espaço permanente para exposição de seus produtos no interior do Portal da cidade. Na oportunidade também foi divulgado o guia oficial confeccionado pela Associação Limeirense de Jóias (ALJ).
Durante sua palestra a estilista mostrou a importância dos profissionais se capacitarem para atuar em seu próprio ramo de negócio. Segundo ela, dados estatísticos revelam que 79% dos empresários não são formados em áreas pelas quais atuam. “É importante que a empresa estimule seus funcionários a se capacitarem, mas que os empresários também saiam de trás da mesa do escritório e vão em busca de conhecimento”, declarou.
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